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Edíficio Caixa Conde Avelar |
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O projecto ambiciona ser “uma caixa mágica dentro de uma caixa surpresa”, em que o efeito “caixa” é dado pelo contraste volumétrico da tradicional casa com telhado de duas águas e janelas em arco de volta, que contrastam com a nova construção, onde constam volumes paralelepipédicos e fenestrações rectangulares.
Estas fenestrações são ligadas por uma linguagem comum - as venezianas, que quando fechadas serão um pano (de teatro), uma cortina que simultaneamente “esconde” discretamente o novo volume e destaca a moradia existente.
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A TRIBUTAÇÃO DO PATRIMÓNIO EM PORTUGAL |
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O Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (CIMI), em vigor desde 2003, com ajustado propósito e por profunda desadequação, substituiu o velho Código da Contribuição Predial e Imposto sobre a Indústria Agrícola de 1963. Este novo código foi comummente aceite, num tempo não muito distante de enorme valorização nominal dos imóveis, em especial dos prédios urbanos habitacionais, comerciais e terrenos para construção, por contraponto com uma economia rural em degradação e onde até então, a riqueza imobiliária era predominantemente rústica.
O novo código e os seus agentes, apesar de algumas vezes confrontados com a inadequação dos seus resultados, têm feito o seu caminho sem atender a divergências algumas vezes publicamente expressas. Por certo pelo facto de o novo código, ter surgido justamente no culminar duma época de grande transformação do valor imobiliário e da generalizada percepção pública desse fenómeno.
Volvidos dez anos de reconhecida crise no sector da indústria de construção civil, sendo hoje nítido existir uma oferta muito excedentária á procura, o mercado também revela uma forte dinâmica de degradação do valor comercial da habitação.
Em consequência, aumenta a contestação relativamente ao método de cálculo da avaliação consagrado no código CIMI. Caso há de autarquias que mobilizam os seus próprios serviços no sentido de inventariar a realidade do mercado local e com ele confrontar os serviços da Direcção Geral de Contribuições e Impostos, na tentativa de obterem acolhimento como intérpretes das muitas reclamações de que são depositários os serviços de finanças locais e os respectivos serviços das autarquias, dado que de um imposto municipal se trata.
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"Efeitestufa” - Gdansk-Polónia |
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O projecto elaborado procura ir ao encontro do lúdico dentro do espaço habitacional, de serviços, no espaço urbano.
Para tal recorri a reminiscências do passado de onde capturei os vãos das antigas fachadas, através do tipo de janelas simuladas, anteriores à segunda guerra mundial, e fundi-as com o conjunto agora existente recortando-as pela cércea do edifício. Estas fachadas são frescas e luminosas de verão pois são de vidro, colocadas em afastamento da fachada a 30 cm, deixando circular o ar, são acolhedoras de inverno uma vez que estas deixam passar o pouco sol calor existente no local (Gdansk-Polónia), criando “efeito de estufa” juntamente com o isolamento existente nas paredes, aquecendo. As janelas que constavam anteriormente no edifício foram mudadas, sendo iguais em todo o conjunto, com propósito de uniformização.
Num propósito de se vivenciar o natural de forma lúdica e não passiva, criei desníveis que variam com 50 cm entre si, até ao rio que passa adjacente ao quarteirão, contendo estes iluminação, e rasgo sim, rasgo não, relva ou pedra calcária. O desenho destes desníveis foi criado a partir de um polígono que nasce dos limites do próprio quarteirão, abrindo-se para a zona que se deseja pedonal.
Os edifícios estão suspensos por pilares para dar maior respiração ao espaço e melhor vivência do mesmo. As zonas comerciais aparecem dadas pelos limites do edifício e junção com os rasgos brancos do leque do pavimento.
Escolhi fazer um edifício de habitação multifamiliar num dos edifícios propostos, já que todo o quarteirão é destinado a isso, virá a propósito propor uma organização de apartamentos. Nestes, tentei simplificar o espaço, num conceito usado no movimento modernista, usando kitchenette, em que fiz dos espaços de uso colectivo um só espaço, para agilizar o convívio entre os habitantes do mesmo.
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QREN apoia eficiência energética de PME |
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O Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) publicou dia 1 de Junho um Aviso, para apoiar as Pequenas e Médias Empresas (PME) a concretizarem objectivos de eficiência energética. Em iniciativa anterior, levada a cabo em 2009, o Governo já incentivara a utilização de energia solar para fins térmicos, nomeadamente no sector doméstico, Instituições Particulares de Solidariedade Social e Associações Desportivas de Utilidade Pública. Com este Aviso os apoios ao solar térmico, via QREN, ficam disponíveis para as PME, que podem apresentar as suas candidaturas até 31 de Agosto.
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